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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
O FlashMob da Oprah
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Bighand
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01:30
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Marcadores: Meus vídeos favoritos
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Bon Jure, Jeh Swee Carol
Podemos nos apaixonar por uma pessoa, um poema, uma peça de roupa, um lugar, uma canção, a lista é infindável. O mais engraçado é que "apaixonar-se" é algo que acontece somente se estivermos abertos à isso,se nos permitirmos. Apaixonar-se exige coragem.
Carol era americana, nunca tinha saído do Estados Unidos. Ela fora a Paris porque achava que merecia conhecer a cidade que ansiava conhecer desde que estudara francês, e assim fora. Sozinha, sem medo. Poderia ter sido um desastre, mas não foi. Carol era inteira, e inteira ela conheceu Paris, sua língua, seus paladares, o Sena, a torre Eiffel. Sozinha ela observou a vida parisiense e saboreou-a só para si. Ela não tinha ninguém para compartilhar aquilo que ela sentia, mas, ao menos, ela sentia. Ela sentia-se viva, como todos os ao seu redor. E por sentir, por viver, ela estava feliz. E foi aí que ela se apaixonou por Paris. Sim, Paris é um cidade. Sim, quem não se apaixona por Paris? Mas vá-la, apaixonar-se já é um grande começo!
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Bighand
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23:09
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Marcadores: coisas de sagitariano
domingo, 9 de agosto de 2009
Nossos Abismos
Alguns homens, não; têm a sorte, ou o azar, de perceber e identificar cada ponto limite de suas vidas; sofrem, tremem, escolhem. São lúcidos, são homens para quem a existência é mais penosa, pagam caro sua própria lucidez. Pierre estava em seu momento mais crucial; abandonava sua identidade, como a cobra abandona a pele desgastada depois do inverno; mas não sabia se o verão lhe traria uma pele nova e fresca. O passo já havia sido dado; não se conhecia ainda a profundidade do abismo, mas Pierre já se sentia viajando pelo espaço, caindo em direção ao fundo, como um meteoro nascido da explosão de estrelas distantes."
Trecho do livro "O Rastro do Jaguar", de Murilo Carvalho
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Bighand
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00:27
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Marcadores: livros
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Saudades da Conchichina
Agora vocês estão a espera que eu diga que eu fui para um lugar deserto, inacessível, sem internet e sem computador e por isso que não tenho actualizado o blog. Não, não fui para Conchichina e nem nada que se pareça.
É verão, o tempo tem estado fantástico, mas falta a Conchichina.
As minhas idéias são lentas, são lesmas, e demoram a tomar uma forma inteligível. Confesso que nem eu me entendo em um pensamento recém nascido. Tudo em meu pensamento precisa de maturação, de envelhecimento, de raízes. Caso contrário literalmente voam. Os meus pensamentos frescos são uma mistura de vários, que, se eu tivesse tempo considerável para acarinhá-los, exactamente como faziam os antigos filósofos gregos, eu não seria um blogueiro de meia-tigela, mas sim um filósofo.
Se a Conchichina é como eu penso, ao fim de alguns dias eu seria obrigado a dar uso a minha imaginação, e dentro em pouco eu teria o tomos I, II e III da minhas deambulações. Mas eu desconfio que nem a Conchichina é mais o que era.
Minha mente no verão é perigosa. Tenho pensado muito na lua, no céu, tenho tido aqueles pensamentos de criança de 10 anos de idade, do tipo: Qual o meu papel nisso tudo? Até onde vai o universo? Deus existe? Por que precisamos de Deus? E se estivermos a entender tudo errado? Juro que é isso.
Exactamente como disse antes. Tempo livre e minha cabecinha não funcionam muito bem no verão e, por isso, não escrevo.
Mas tudo pode mudar...
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Bighand
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19:45
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Marcadores: coisas de sagitariano
domingo, 2 de agosto de 2009
Le Peuple Migrateur
O filme, ao contrário do filme "A Marcha dos Pinguins", tem pouquíssima narração. E, enquanto o filme dos pinguins era chatíssimo por causa dos sentimentos humanos que eles queriam forçosamente impingir ao pinguins, no Aves Migratórias a rara narração não nos permite entender os pássaros, não cria uma falsa empatia e nenhum sentimentalismo barato. As aves fazem isso há milhares de anos, elas conhecem o nosso planeta melhor do que nós. É puro instinto, um pouco de inteligência, a natureza no seu ritmo. Basta compreender isso.
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Bighand
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23:36
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Marcadores: sessão pipoca
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Inspiração
DEVORE filmes antigos, novos filmes, música, livros, pinturas, fotografias, poesias, sonhos, conversas aleatórias, arquitectura, pontes, sinais de rua, árvores, nuvens, massas de água, luzes e sombras.
Seleccione roubar somente de coisas que falem directamente para a sua alma. Se você faz isso, seu trabalho (e roubo) será autêntico. Autenticidade não tem preço; originalidade não existe. E não se preocupe em esconder seu roubo - celebre-o se você se sentir bem com isso.
Em qualquer caso, lembre-se sempre do que Jean-Luc Godard disse:
'Não é de onde você retira coisas - mas sim para onde você as leva'"
E eu nao comento nada sobre este texto muito legal do Jim Jarmusch? Not yet. Ainda o estou degustando. :)
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Bighand
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Marcadores: Nunca tinha ouvido falar
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O amor não é o tempo
Nao é o tempo
Nem é o tempo Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te das"
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Bighand
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00:22
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Marcadores: coisas de sagitariano
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Metal Gear Solid 4!
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Bighand
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Marcadores: coisas de sagitariano
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Errar é Preciso!
Eu já cometi infinitos erros na minha vida, e pensando bem eu chego a conclusão que muitos deles foram necessários para uma mudança imprevista na minha vida, para que eu acordasse da letargia, ou para saber qual era o certo. Errar foi preciso!
Ultimamente há vezes em que, lá no fundo, errar é o que mais eu quero. Muitas das vezes só para ver no que dá. Se é mudança, despertar, acerto ou arrependimento. E não é porque eu estou perdido ou desesperado. Ok, um pouco perdido até pode ser. E pretendo me manter assim. Mas é também porque eu adoro jogar as peças do jogo todas para o alto e ver tudo de uma nova perspectiva, novidade. Lembram daqueles jogos de criança em que se faz um trevo de papel que encaixa nos dedos, eles abrem e fecham e tens de escolher não só o momento correcto do abrir e fechar, mas também o dedo e o lado do dedo certo? Acertar não é fácil, e sabem por que? Porque não há o que acertar neste jogo. Todos os erros, ou acertos, são válidos. E você, quer arriscar?
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Bighand
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00:36
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