- Desejo que o conflito no Oriente Médio termine de vez.
- Que o vinho branco faça tanto bem como o vinho tinto.
- Que seja provado que comer chocolate não engorde.
- Que a Isabel encontre um homem ideal (o mesmo vale para a Ester, Luísa, Xica, Anita, Carla, Lilian, Patrícia, Márcia, etc...)
- Que a taxa da euribor continue a descer.
- Que eu emagreça, no mínimo, 5 kilos.
- Que seja descoberta a cura para HIV e Cancro.
- Que eu viaje, no mínimo, para 5 países diferentes.
- Que eu viaje para um país distante (o Brasil não conta)
- Que eu viaje ao Brasil.
- Que eu mantenha todos os meus amigos.
- Que eu fale mais com a Myrian.
- Que eu veja menos televisão.
- Que os meus seriados favoritos não terminem.
- Que o Obama seja um bom presidente.
- Que Portugal avance como país.
- Que o Brasil avance como nação.
- Que a Sujes fique 100% curada. (o mesmo vale para a nermac)
- Que a natureza seja deixada em paz.
- Que o homem pare de poluir.
- Enfim, que o homem tome juízo.
É pedir muito?
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Desejos muito específicos para 2009 (Até agora)
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Saudade à Porter
Quando conhecemos uma pessoa, involuntariamente ela nos entrega uma pequena e invisível semente que no futuro, se tudo correr bem, crescerá e tomará a forma de uma planta chamada saudade. Isso acontecendo, já não há mais volta a dar, felizmente.
Essa planta chamada saudade é o que faz com que carreguemos connosco uma cópia quase fiel da pessoa original. Algumas vezes a retocamos, adulteramos, mas isso não chega a ser grave.
Quando reencontramos essa pessoa, é quase uma confirmação para saber se a nossa planta está actualizada. É isso que vou fazer ao Brasil de vez em quando. É isso que farei quando voltar à Europa.
Essa planta chamada saudade é o que faz com que carreguemos connosco uma cópia quase fiel da pessoa original. Algumas vezes a retocamos, adulteramos, mas isso não chega a ser grave.
Quando reencontramos essa pessoa, é quase uma confirmação para saber se a nossa planta está actualizada. É isso que vou fazer ao Brasil de vez em quando. É isso que farei quando voltar à Europa.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Meu primeiro Desfile verdadeiro
Ontem eu assistí ao meu primeiro desfile de moda. Foi um desfile em prol da APAV. Tudo muito giro. O coquetel de entrada estava óptimo e cheio de coisas boas para comer e bebericar. Felizmente o evento atrasou um pouco a começar, assim tivemos mais tempo para convívio e comilança. A sala do desfile estava profissionalíssima! Muitos fotógrafos, canais de televisão, a passarela, pessoas bonitas na platéia, festa estranha com gente esquisita... Quando começa o desfile, aquela emoção. Senti-me a própria Heidi Klum, do Project Runway. Poderia ter citado o outro, que é mais "adequado", mas não lembro o nome dele! De qualquer maneira, a Heide Klum é mais gira. E ela é a única que tem deixa no programa: "One day you are IN, the other you are OUT". Voltando ao desfile, as roupas masculinas eram muito giras (sou suspeito) e as femininas também (também sou suspeito). E a música estava boa. Ou seja, valeu! Ir a desfiles de moda é, definitivamente, um programa de lazer válido!
A Fútil e o Inútil
Estava a conversar com uma amiga minha sobre viagens no tempo. Disse à ela que era um pensamento recorrente que eu tenho, quando não tenho nada mais importante para pensa (essa é boa!). Imagino-me viajando no tempo até o Egipto antigo, ou à Grécia, ou Roma, ou Londres Medieval, ou à pré-história. Normalmente fico frustradíssimo com estas minhas pseudo-incursões no passado. Isto porque é de se esperar que alguém que venha do futuro tenha profundos conhecimentos em tudo que foi inventado, que poderia trazer ao passado vários inventos que já são utilizados no futuro. Pois bem. Eu, o inútil, não poderia inventar nada. Por que simplesmente não sei. Eletricidade, luz, telefonia, penicilina, rádio... nada! Nem um chuveiro sequer. Nem um autoclismo! Cheguei a conclusão que só poderia inventar a mini-saia, o biquíni, a sunga, o top-less, óculos de mergulho e coisas assim...inúteis. Já a minha amiga nem sequer queria saber de viajar no tempo. Ela heín? Viver sem sabonete, papel higiénico, creme hidratante, shopping centers..nem pensar! Super fútil.
Não, o passado definitivamente não precisa de nós.
Não, o passado definitivamente não precisa de nós.
Mais cartoons do Savage Chicken, sobre viagem ao passado... (http://www.savagechickens.com/tag/future)
(http://www.savagechickens.com/tag/future/page/2)
(http://www.savagechickens.com/tag/future/page/3)
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Yes You Can
Quero acreditar no início de uma nova era. Acreditar que um homem, um único homem, pode ser esperança para milhões de pessoas por todo o planeta. Quero poder ver todas as culturas e religiões neste homem, e vê-lo respeitar as diferenças deste mundo. Quero ver o milagre da uma jornada, de séculos de história, na cor de sua pele. Quero que chegue o início, e que seja bom.
Quero acreditar que este homem será a esperança para aqueles que ele não conduzirá.
Quero acreditar que eu esteja errado em tudo que eu não consigo acreditar, e que me seja provado o contrário. Quero estar certo e errado para o mesmo objectivo. Não importa. Perdendo ou ganhando, agora é a hora de todos começarem a corrida.
Quero acreditar que este homem será a esperança para aqueles que ele não conduzirá.
Quero acreditar que eu esteja errado em tudo que eu não consigo acreditar, e que me seja provado o contrário. Quero estar certo e errado para o mesmo objectivo. Não importa. Perdendo ou ganhando, agora é a hora de todos começarem a corrida.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
In Bruges
Hoje fui ver "In Bruges". Fui vê-lo porque, desde que ouvi falar dele, o facto de ter sido rodado em Bruges me pareceu uma boa razão para fazê-lo. Bruges, como diz o filme, é uma cidade que parece um conto de fadas, literalmente. Além de Bruges, o filme tem Colin Farrel, outra boa razão para assistí-lo. E francamente, ele está fantástico! Agora sobre o filme. Bem, o filme...parece um livro. Estranho, mas é isso que me vem à cabeça. O filme dá-nos tempo de digerir cada cena, cada diálogo. Aliás, os diálogos do filme são brilhantes. Inteligente, irônico, bem-humorado, inesperado. É assim cada diálogo. A história não é nada de especial, mas é uma boa história. E o filme surpreende desde muito cedo,tantas as reviravoltas que tem, deixando-nos muitas vezes sem reacção, ou sem sabermos como reagir.
Um filme para ser bom não tem de ser maravilhoso. Mas este é maravilhoso só por ser bom.
By the way, o filme no Brasil chama-se "Na Mira do Chefe". (Mal, muito mal!)
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Dúvidas não tão cruéis
Nos últimos dias tenho estado excepcionalmente satisfeito comigo mesmo. Aliás, retiro o excepcionalmente. Este ano estive mais satisfeito do que normalmente fico.
Não fiquei angustiado com as minhas constantes indecisões. Não fiquei chateado por não poder seguir dez caminhos diferentes ao mesmo tempo. Não senti nenhum vazio por não viajar para lugares onde nunca estive, ou por não estar a viver em outro país.
Gosto do que faço, entretanto não faço o que gostaria de fazer, mesmo sem saber ainda o que gostaria de fazer. E "tá-se" bem.
Na verdade este ano eu abracei todas as minhas decisões feitas até este exato momento. Mesmo as erradas, mesmo as que me arrependi. Enquanto não criarem a máquina do tempo, não vale a pena ficar esquentando com o que passou. As minhas escolhas foram as únicas que podia ter feito "naquele" momento. Quando uma decisão é feita, não há mais volta a dar. Mas há remédio para tudo, até para decisões erradas.
Também aprendi que a amizade é como a coleção de ímanes de geladeira/frigorífico, pelo menos a minha. Há alguns ímanes que desgastam com o tempo. Ou perdem a cor, ou simplesmente caem e quebram. Alguns vão para o lixo. Outros eu gosto tanto que, mesmo sem os ver, os guardo. Há alguns que nunca perdem nem a cor e nem a força, e estes são os que me deixam mais felizes quando os vejo.
Não fico mais triste por perder uma amizade. Pois amizade não se perde. Algumas amizades que perdem a data de validade. Não há sobre vida que valha a pena.
Mas há as amizades que não se definem no tempo. Mesmo à distância, ou diariamente, são instantâneas. Com certa frequência ou quase nunca, elas são. A amizade é poligâmica, é assexuada, e no entanto tem um certo caril de sexo. Amizade que se preste é fado e Carnaval.
E antes eu me preocupava por não saber exatamente o que era o amor. Hoje eu sei que o amor não é exato. O dicionário diz "inclinação da alma e do coração". Pois, que seja. O amor é cheiro, levemente identificável. Não tem fórmula. A gente suspeita de sua existência. Às vezes ele é como um piano que cai em nossa cabeça, outras é como as fases da lua. Às vezes temos certezas absolutas, às vezes dúvidas vorazes, mas não deixa de ser amor
Mas porque eu escrevi isso tudo? Só para dizer que não tenho escrito porque não tenho estado angustiado, e sem angústia parece que escrevo menos. Bolas!
Não fiquei angustiado com as minhas constantes indecisões. Não fiquei chateado por não poder seguir dez caminhos diferentes ao mesmo tempo. Não senti nenhum vazio por não viajar para lugares onde nunca estive, ou por não estar a viver em outro país.
Gosto do que faço, entretanto não faço o que gostaria de fazer, mesmo sem saber ainda o que gostaria de fazer. E "tá-se" bem.
Na verdade este ano eu abracei todas as minhas decisões feitas até este exato momento. Mesmo as erradas, mesmo as que me arrependi. Enquanto não criarem a máquina do tempo, não vale a pena ficar esquentando com o que passou. As minhas escolhas foram as únicas que podia ter feito "naquele" momento. Quando uma decisão é feita, não há mais volta a dar. Mas há remédio para tudo, até para decisões erradas.
Também aprendi que a amizade é como a coleção de ímanes de geladeira/frigorífico, pelo menos a minha. Há alguns ímanes que desgastam com o tempo. Ou perdem a cor, ou simplesmente caem e quebram. Alguns vão para o lixo. Outros eu gosto tanto que, mesmo sem os ver, os guardo. Há alguns que nunca perdem nem a cor e nem a força, e estes são os que me deixam mais felizes quando os vejo.
Não fico mais triste por perder uma amizade. Pois amizade não se perde. Algumas amizades que perdem a data de validade. Não há sobre vida que valha a pena.
Mas há as amizades que não se definem no tempo. Mesmo à distância, ou diariamente, são instantâneas. Com certa frequência ou quase nunca, elas são. A amizade é poligâmica, é assexuada, e no entanto tem um certo caril de sexo. Amizade que se preste é fado e Carnaval.
E antes eu me preocupava por não saber exatamente o que era o amor. Hoje eu sei que o amor não é exato. O dicionário diz "inclinação da alma e do coração". Pois, que seja. O amor é cheiro, levemente identificável. Não tem fórmula. A gente suspeita de sua existência. Às vezes ele é como um piano que cai em nossa cabeça, outras é como as fases da lua. Às vezes temos certezas absolutas, às vezes dúvidas vorazes, mas não deixa de ser amor
Mas porque eu escrevi isso tudo? Só para dizer que não tenho escrito porque não tenho estado angustiado, e sem angústia parece que escrevo menos. Bolas!
Ser Independente - Parte I
"O livro traz a dupla delícia de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado".
Anônimo
"Que delícia é ler um bom livro, acompanhado de uma taça de vinho e um sofá, nos dias de frio, e de uma esplanada, nos dias de sol."
Não Anônimo
Anônimo
"Que delícia é ler um bom livro, acompanhado de uma taça de vinho e um sofá, nos dias de frio, e de uma esplanada, nos dias de sol."
Não Anônimo
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Expecta-tenta-tivas
Não escrevo há dias. Só tenho colocado uma frase ou outra. O oco da imaginação, o vazio da criação...whatever. A verdade é que as minhas expectativas subiram. Quero escrever mais e melhor, e a conta disso já tenho uns 6 textos começados , mas pela metade. Quero escrever melhor do que eu escrevo, sem saber como escrevo. Parece-me um pouco impossível isso. De qualquer maneira, que se lixem as expectativas. Até agora não tem me ajudado em nada. Até logo e beijos
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Pensamento do dia
"Quando se quer bem a uma pessoa a presença dela conforta. Só a
presença: não é necessário mais nada".
Graciliano Ramos, escritor, 1892-1953
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